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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Masterplan - MKIII (2011)


Desde a primeira  vez que ouvi o Jorn achei o cara chato. O vocal dele é tão perfeito que não parece humano (será que não é mesmo?). Qualquer pessoa semitona pelo menos uma vez na vida! O cara é realmente uma máquina de cantar, mas o fato é que toda essa perfeição nunca me chamou a atenção. Como diz o meu amigo Rodrigo, pra tocar rock tem que se lambuzar! E além do mais, ele é mais parecido com o David Coverdale cantando do que o próprio Coverdale, como isso é possível? (Lá vai mais uma do Rodrigo: é o Cover-Dele! rsrs)

Pois bem, esse novo trabalho, chamado de MKIII vale a pena ser ouvido, mesmo para aqueles chatos de plantão como eu. Primeiro que existem momentos de serenidade, tranquilos, em que podemos apreciar um lado mais intimista do Jorn...pena que em poucos segundos o caos se instala novamente, rs, e segundo, quando vem a quebradeira, os caras mostram que realmente tem as manhas. Destaques para Through Thiek and Thin, Treasure World e para o cover metálico de Black Dog, do Led Zeppelin, que como sempre, ficou melhor do que o original (e que voem as cadeiras! rsrsrs).

Bora ouvir então!

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Ken Hensley - Blood on the Highway (2007)

De vez em quando, é preciso dar um descanso aos ouvidos. Acredito na máxima que a música que você ouve reflete o seu estado de espírito: em um momento de fúria, nada como um speed metal para chutar tudo, mas, em um momento tranquilo, não dá pra bangear ao som de um brutal black metal. Nesse caso, é melhor ouvir algo mais soft, porém, sem nunca abrir mão da qualidade absoluta, coisa que transborda em Blood on the Highway.


Trata-se de uma ópera rock, na qual Ken Hensley, ex-Uriah Heep, juntamente com o fantástico Jorn Lande, seu companheiro John Lawton e o inoxidável Glenn Hughes, narram a estória de um garoto que sonhava se tornar um astro do rock, e que depois que conseguiu realizar seu sonho, percebeu que o mundo das estrelas é cheio de percalços como drogas, traição, inveja, luxúria, ostracismo, etc.

As músicas transitam entre um hard rock rasgado, principalmente quando Lande assume os vocais, (e não tem como não achar a voz do cara muito parecida com a de David Coverdale do Whitesnake) até um rock bem setentista, sempre com muita melodia, com muito bom gosto, e, claro, muito Hammond!!!!

Revigorante!