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domingo, 11 de abril de 2010

Iahweh - Neblim


Fazia tempo que não me impressionava com algum tipo de rock cristão cantado em português. Oficina G3, Stauros e Eterna são os primeiros nomes que vem à minha mente quando penso nesse estilo, mas de agora em diante, terei que incluir esse Iahweh (É o nome próprio e mais comum de Deus, aparecendo 6.823 vezes na Bíblia, mas como se pronuncia isso? Comentários por favor!).

Como já disse, todas as canções estão em português, o que me agrada bastante, mas uma é cantada no idioma do Tio Sam, Jesus is the Rock. Acreditem, o refrão é de fazer inveja ao Stryper! Destaques ainda para o excelente trabalho das guitarras, a cargo de Thiago Mattos e Christian Campos, para o vocal preciso de Júlio Cesar e para a bateria de Eloy Casagrande, que também toca com um tal André Matos.

Fracos esses garotos? Baixem que aposto que irão gostar.

Down!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Oficina G3 - Depois da Guerra (2008)


Todos os anos, no mês de janeiro, acontece nas areias da Praia da Costa (Vila Velha-ES), o Jesus Vida Verão, o maior evento gospel do litoral brasileiro. Já tive a oportunidade de assistir a várias edições deste festival, pela curiosidade e pelo prazer de escutar bandas ao vivo, mesmo que o gospel não seja meu estilo favorito.


Apesar disso, aprecio muito bandas que fazem o chamado rock gospel, coisa muito rara no evento acima citado, e sempre me perguntava: por que não trazem o Oficina G3? Aprecio o trabalho dos caras desde o começo, na década de 90, principalmente o talento de Juninho Afram, guitarrista da banda, e álbuns como Nada É Tão Novo Nada É Tão Velho e Indiferença, que são excelentes trabalhos, referências no estilo até hoje.


Eis que no ano passado meu desejo foi atendido, e, pela primeira vez, pude assisti-los ao vivo, na edição 2008 do Jesus Vida Verão. Confesso que não me empolguei muito com o show, mas, a culpa não foi da performance dos caras. O disco que eles estavam divulgando era muito baladeiro, meloso demais para o meu gosto. Mas, esse era o redirecionamento que eles haviam dado ao seu som, já há quase dez anos.


No encerramento da edição 2009 do evento, os caras retornam, e pra minha surpresa, com uma pancada certeira na orelha de todo mundo. Ah, e com uma grande novidade, um novo vocalista, Mauro Henrique, que tem uma pegada bastante agressiva e berra com vontade. O som foi totalmente renovado, e não só retornaram ao rock de outrora como introduziram muito mais peso, mas muito peso mesmo!
Procurei imediatamente ouvir o disco mais recente deles, chamado Depois da Guerra, e percebi que eles não estavam mesmo pra brincadeira. Juninho sola furiosamente como no passado, além de uma pegada nas bases a la Zakk Wylde, e em alguns momentos parecendo até nu-metal (devido a afinação baixa da guitarra, sensacional!), solos de teclado, enfim, porrada comendo solta!


Duvidam? Confiram aqui então!