sexta-feira, 1 de maio de 2009

Majestic - Abstract Symphony (1999)



Neo-classical power metal é um sub-gênero do metal popularizado na década de 80 por artistas como Yngwie Malmsteen, o "sueco balofo". Pois seus compatriotas do Majestic levam a sério a tarefa de mesclar o heavy metal com passagens clássicas, arranjos intrincados e execução perfeita. Diversão garantida para os fãs de metal que apreciam técnica aliada a composições grandiosas.



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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Dotô Jeka - Tia Marieta (1996)


Vez ou outra vasculho minha coleção em busca de algo esquecido, e nesta última incursão, redescobri um cd muito bacana (cd é uma tecnologia do século passado, lembra?). Imaginem uma mistura de guitarras pesadas com acordeon, viola, letras engraçadas de duplo sentido e sotaque caipira. Pois é o que encontramos nesse Tia Marieta, de uma banda do interior de São Paulo, chamada Dotô Jeka.

O disco é bem produzido, bem tocado e todas as músicas são interessantes, mas o destaque absoluto é para a versão rock and roll de Romaria, clássico de Renato Teixeira. Com essa música, a banda chegou até a fazer alguns programas de televisão na época do lançamento desse disco, mas, nunca mais ouvi falar dos caras.

Como dizem os camaradas lá do ziuna (esse post tem tudo a ver com vocês!), purveita aí!!!

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sábado, 25 de abril de 2009

Supersonic Brew - Innocent Mind (2004)


ESTE É UM POST MUITO ESPECIAL PRA MIM, E GOSTARIA DE COMPARTILHAR COM OS AMIGOS FREQUENTADORES DO 7TH SON. ESPERO QUE GOSTEM!

Comecei a me interessar mais seriamente por música no século passado, quando cursava o 2º grau. Comecei com um violão azul (minha nossa...) e logo apareceram os colegas interessados em montar uma banda. Como já havia um guitarrista e um baterista, pra não ficar de fora, troquei meu Expert da Gradiente por um baixo Giannini e um cubo da Meteoro (boas épocas aquelas!) e aceitei o emprego de baixista.

Durante quase oito anos toquei baixo em algumas bandas, fazendo alguns shows em bairros nobres da Grande Vitória como Santa Mônica, Porto de Santana, Alvorada, Ilha dos Aires, etc. Em 1998 estava sem banda e decidi tocar guitarra. Comprei uma Jackson, uma pedaleira ME-8 da Boss e um amplificador pequeno da Marshall e comecei a estudar por conta própria, tirando músicas de ouvido. Esse transe mental durou até 2006, quando tive a oportunidade de voltar a tocar baixo em uma banda. Reconheci que nunca seria um Steve Vai, então, se não é pra ser o melhor, eu não quero mais.

Porém, antes de aposentar a guita, registrei essa fase da minha meteórica carreira artística em 2004. Na verdade, essa história começou em 2002, quando iniciei um lento e doloroso processo de composição de temas instrumentais, já que vocalista é uma peça rara de se encontrar (bons vocalistas, é claro).

Com as músicas compostas, fui para um estúdio juntamente com o amigo Darlon Vaccari, que gravou as partes de bateria. Levei as trilhas de bateria para casa e comecei a gravar a guitarra e o baixo, utilizando um programa semi-profissional chamado Cakewalk. Depois de 3 meses, estaria nascendo o álbum Innocent Minds, de um projeto que foi batizado de Supersonic Brew.

Vocês podem estar curiosos para ouvir e com vontade de fazer uma pergunta: por que só divulgar esse trabalho tanto tempo depois? Bem, quando a gente grava algo de forma solitária, fica uma certa dúvida sobre a qualidade do trabalho. Um bela estratégia é guardar na gaveta e ouvir algum tempo depois, e foi isso que fiz.

É claro que não se trata de um trabalho profissional, por vários motivos. O principal deles é que sou músico amador, tendo aprendido tudo sozinho. Outro motivo é que não sou produtor musical, e a qualidade da gravação também não é tão boa. Apesar disso, a garra e a vontade de fazer um lance legal sobressai, e acho que os amigos frequentadores vão se divertir ouvindo, pois foi essa a intenção que tive ao gravar: me divertir muito!

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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Visions of Atlantis - Trinity (2007)


Confesso que quando ouvi o primeiro trabalho dos austríacos do Visions of Atlantis, lançado em 2002, tive vontade de rir. As músicas eram bem ingênuas, e com todos os clichês possíveis e impossíveis do já mal falado metal sinfônico com vocal operístico feminino.

Cinco anos depois lançaram Trinity, seu terceiro trabalho, apresentando a nova vocalista Melissa Ferlaak, e a evolução é gritante. As músicas estão mais densas, carregadas de emoção como o estilo sugere, e o vocal da estreante é muito, muito parecido mesmo com o de Tarja Turunen, ex-Nightwish.

Com uma bela capa, bom trabalho de guitarra, vocais masculinos e todos os elementos típicos do estilo, Trinity tem tudo para agradar os fãs que ficaram órfãos da matriz finlandesa acima citada.

Bang your head! Desça aqui!

terça-feira, 21 de abril de 2009

Dynahead - Antigen (2008)


Continuando na esteira das dicas nacionais, hoje venho com um verdadeiro petardo sonoro! Uma pancada certeira dos brasilienses do Dynahead. O som mistura basicamente thrash a vários estilos modernos como progressive metal, pitadas de nu-metal (só pitadas, graças a Deus!) e math metal (isso mesmo, por mais louco que isso possa parecer).

Muitísssimo bem produzido, bem tocado (o math talvez se refira a isso) , bem cantado e bastante pesado. Paixão à primeira ouvida!

Baixe!